O QUE É UMA GRAVIDEZ DE BAIXO RISCO?
Uma gravidez de baixo risco é uma gravidez em que não é possível identificar nenhum fator acrescido de doença materna, fetal e/ou neonatal.

O QUE É UMA GRAVIDEZ DE BAIXO RISCO?
Uma gravidez de baixo risco é uma gravidez em que não é possível identificar, após avaliação clínica, nenhum fator acrescido de doença materna, fetal e/ou neonatal.
COMO É REALIZADA A AVALIAÇÃO DO RISCO PRÉ-NATAL?
A avaliação do risco pré-natal é levada a cabo com base na escala deGoodwin modificada que considera os indicadores:
- Idade materna;
- Paridade (número de partos anteriores);
- História obstétrica anterior (aborto, infertilidade, hemorragia pós-parto/dequitadura manual da placenta, cesarina anterior, pré-eclampsia/eclampsia, feto morto/morte neonatal, trabalho de parto prolongado ou difícil);
- Patologia associada (cirurgia ginecológica anterior, doença renal crónica,diabetes gestacional, doença cardíaca, entre outras);
- Gravidez atual (hemorragias ≤ 20 semanas, hemorragias > 20 semanas, anemia (≤ 10 g), gravidez prolongada ≥ 42 semanas, hipertensão, rotura prematura das membranas, hidramnios (volume anormalmente aumentado de líquido amniótico), isoimunização Rh, apresentação pélvica do bebé, atraso de crescimento intrauterino).
Numa gravidez de baixo risco, o esquema definido para a vigilância pré-natal é comum a todas as grávidas. Apenas quando surge um fator de risco ou uma situação anómala são determinadas ações específicas de acordo com o risco identificado.
UMA GRAVIDEZ DE BAIXO RISCO PODE EVOLUIR PARA UM NÍVEL DE RISCO SUPERIOR?
O risco é dinâmico e, por isso, pode altera-se ao longo da gravidez.
Durante os 9 meses da gravidez, podem surgir doenças e/ou identificado um fator de risco de complicações que alterem a situação inicial da saúde da mãe e/ou do bebé e por isso, o risco é reavaliado em todas as consultas ou em qualquer momento durante a gravidez, sempre que se justifique.
Este acompanhamento permite individualizar a orientação e atuar de forma adequada de acordo com a nova situação clínica da mãe/bebé, nomeadamente, alterar o esquema de consultas, exames e intervenções.
Fonte: Programa Nacional para a Vigilância da Gravidez de Baixo Risco, Direção-Geral da Saúde, dezembro 2015
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